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LONDRES (LifeSiteNews) – Numa carta aberta aos funcionários de saúde do Reino Unido, mais de 80 médicos e académicos exigem uma investigação “para determinar se as vacinas anti-Covid-19 são a causa de um número significativo de mortes observadas recentemente em crianças e adultos jovens do sexo masculino”.

A carta aberta, datada de 19 de Janeiro, foi escrita após uma audiência do Tribunal Superior no 13 de Janeiro em Londres, durante a qual foram apresentadas evidências que mostravam “um aumento significativo no número de mortes de jovens do sexo masculino após o lançamento das vacinas COVID-19 em comparação com a média anterior de cinco anos entre 2015 e 2019”.

A carta foi dirigida a seis funcionários de saúde principais do Reino Unido, incluindo Sajid Javid, o Secretário de Estado da Saúde e a Assistência Social.

Nos mais de 80 signatários incluem-se 16 membros da HART (Health Advisory & Recovery Team), um grupo de médicos, cientistas e outros académicos que se reuniram “por preocupação que partilham acerca das recomendações políticas e de orientação relacionadas com a pandemia da COVID-19”.

Conforme os dados publicados na carta, entre 1 de Maio e 24 de Dezembro de 2021, houve:

  • 402 mortes registadas em jovens do sexo masculino de 15-19 anos, mais 65 do que a média de cinco anos, de 337.
  • 163 mortes registadas em jovens do sexo feminino, menos 12 do que a média de cinco anos, de 175
  • Em conjunto, registaram-se no total 565 mortes de indivíduos de ambos os sexos, mais 53 do que o normal.

Segundo a carta aberta, o Gabinete de Estatísticas Nacionais do Reino Unido (U.K. Office for National Statistics – ONS) “aceitou que o aumento das mortes de jovens do sexo masculino é um aumento estatisticamente significativo, com uma taxa de mortalidade que excede os intervalos de confiança esperados a partir dos dados dos anos anteriores”.

Os autores da carta aberta concluíram que estes números poderiam indicar uma nova causa de mortalidade entre pessoas daquele grupo etário – causa essa que, segundo eles, precisa de ser investigada, particularmente em relação ao lançamento das vacinas anti-COVID-19.

“Ainda mais preocupante”, acrescentaram, “é o facto de o número real de mortes dos jovens neste período ser provável e significativamente mais elevado do que o total registado”.

Os médicos explicaram que, devido a atrasos no registo, o ONS estima que o número de mortes registadas nesse período representa apenas 62% da totalidade de mortes reais.

Argumentaram a seguir que o excesso de mortes registadas seria, por si só, suficiente para justificar uma investigação compreensiva, pois “o facto de um sinal já ser evidente nas mortes registadas é uma grande preocupação”.

Além disso, embora a carta aberta não sugira “que o aumento observado na mortalidade prove que as vacinas Covid-19 estão a causar a morte”, os signatários chamaram a atenção para “o facto de não poder excluir-se” uma ligação com as injecções COVID nem “poder ser “repudiada como uma coincidência” a incidência de mortalidade mais elevada em indivíduos jovens do sexo masculino em 2021 coincidindo com o lançamento das vacinas.

Para sublinhar este ponto, os médicos apontaram que já existiam os “sinais de aviso de eventos adversos graves neste grupo etário” como, por exemplo, a miocardite.

“Tendo em conta o aumento de mortes nos jovens e as preocupações de segurança já conhecidas, uma investigação deve ser conduzida” – concluíram – antes de listarem 9 demandas aos funcionários de saúde do Reino Unido, solicitando que sejam recolhidos e disponibilizados ao público dados e estatísticas relativos aos casos de mortes em excesso, e que sejam também fornecidos os pormenores sobre a forma como a investigação deve ser conduzida.

Até agora, nenhum dos destinatários publicou qualquer resposta à carta aberta.

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