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BRUXELAS, Bélgica (LifeSiteNews) – Um membro romeno do Parlamento Europeu (MPE) denunciou a tirania da UE e a brutalidade policial contra os manifestantes pacíficos que exigem a liberdade quanto aos mandatos de vacinação da COVID-19 em toda a Europa.

“É triste que tenhamos de sair à rua e exigir o respeito pelos direitos fundamentais básicos, mas não temos outra escolha neste momento”, disse Cristian Terheș, um deputado romeno e Padre da Igreja Católica Grega Romena, numa conferência de imprensa no dia 13 de Janeiro. “Vivemos numa Europa como um espaço de liberdade como diz o Tratado, ou aceitamos que a UE, sob a liderança de Ursula von der Leyen, se torne num campo de concentração?”

O MPE viu pessoalmente alguns dos ataques policiais não provocados contra os manifestantes pacíficos em Amsterdão, no dia 2 de Janeiro. Declarou que estas tácticas são incompatíveis com o respeito pelos direitos básicos e recordou os dias da ‘Cortina de Ferro’, o bloco comunista de países cujo modo de vida as nações ocidentais em outro tempo procuraram eliminar. “Após o colapso da União Soviética, todos nós acreditámos que estes valores humanos prevalecessem – diria eu – porque faziam uma diferença enorme entre o mundo ocidental e o mundo que estava para além da ‘Cortina de Ferro’.”

“E veja-se onde estamos neste momento! De uma Cortina de Ferro gerida pela URSS, passámos a viver neste momento num mundo a que poderia facilmente chamar-se ‘Punho de Ferro’. Foi nisto que a UE se tornou”.

“Claramente o que vemos neste momento é que, sob a liderança de Ursula von der Leyen, a UE está a transitar da democracia para a tirania”.

A falta actual de preocupação da UE com a dignidade humana assemelha-se à visão do ser humano anteriormente abraçada durante a era comunista – observou Terheș.

“Esses países por trás da Cortina de Ferro, que foram influenciados pela filosofia marxista, diziam que as pessoas, os cidadãos, não têm direitos fundamentais básicos. Todos estes direitos são, antes, privilégios concedidos pelo governo”.

Líderes em algumas nações da UE, tais como França e Itália, adoptaram este ponto de vista – continuou Terheș – por revogarem direitos basilares como uma punição pela recusa em aceitarem uma vacina experimental contra a COVID-19. “(Emmanuel) Macron [Presidente da França] disse há poucos dias que, quem não for vacinado ou não tiver um certificado verde, já não é cidadão – significando com isso que já não tem direitos”.

Enquanto nações como a Inglaterra e a Irlanda anunciaram recentemente planos para se pôr fim à maioria das restrições da Covid, outras nações europeias continuam a pressionar os mandatos da vacina anti-Covid mediante penas severas para os não-   -vacinados. Não existem provas de ensaios clínicos que demonstrem que as vacinas contra a COVID-19 manchadas pelo aborto impeçam a infecção ou a transmissão do vírus, e uma quantidade crescente de dados sugere que as injecções são prejudiciais, senão letais.

O MPE afirmou que o respeito pela dignidade humana e a transparência são duas das características essenciais que distinguem a tirania da democracia, e que o Ocidente já foi claro sobre o que constitui justiça para o ser humano. “Nós no Ocidente desenvolveríamos estas grandes sociedades onde acreditamose inscrevemo-lo nas Constituições, nos Tratados, nas Convenções – que cada pessoa tem uma dignidade única que deve ser respeitada e protegida pelo governo” – disse ele. “Liberdade, dignidade … não são direitos concedidos pelo governo, mas sim direitos naturais que os governos devem proteger”.

Terheș disse que a resposta à tirania actual é “protestar e exigir deste governo corrupto e tirânico que os nossos direitos sejam restaurados”, e, ao mesmo tempo, não deixemos de rezar para que os cidadãos nunca mais votem em candidatos que apoiam as medidas autocráticas decretadas durante a pandemia da Covid.

Ao terminar a conferência, o MPE agradeceu a todos aqueles que saíram às ruas para se oporem às ordens de vacinação geral e prometeu juntar-se a mais protestos até que a liberdade e a dignidade humanas sejam novamente protegidas.

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