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Liberdade ReligiosaShutterstock

ROCKFORD, Illinois (LifeSiteNews) – O condado de Winnebago deve pagar $370.000 em honorários advocatórios à equipa que representa a enfermeira pediátrica católica Sandra Rojas, que se recusou a encaminhar pacientes para contraceptivos ou abortos. 

Este condado de Illinois despediu-a em 2015. O 17º Tribunal Judicial Circuito de Illinois decidiu em Novembro que o condado violou a Lei do Direito de Consciência de Illinois quando a despediu. Ela tinha trabalhara para o condado durante 18 anos. 

Agora o condado deve pagar $374.104,60 à equipa jurídica de Sandra Rojas da Alliance Defending Freedom (Aliança em Defesa da Liberdade – ADF) e aos seus advogados aliados como parte de uma decisão de 16 de Fevereiro do juiz Eugene Doherty. O tribunal concedeu previamente à Enfermeira Sandra Rojas $2.500 dólares em indemnizações. 

A ADF aplaudiu a decisão. “Os profissionais médicos nunca devem ser obrigados a promover ou a envolver-se em actividades que violem as suas crenças ou convicções”, disse o conselheiro sénior Kevin Theriot numa declaração. “Sandra serviu como enfermeira de acordo com a sua consciência e religião, um direito dos provedores médicos que é protegido por Illinois e pela lei federal.” 

O honorário mostra que existe uma punição financeira pela violação dos direitos de consciência de alguém disse Theriot: “A atribuição de honorários do tribunal envia a mensagem clara de que os profissionais de saúde são livres de praticar medicina de uma forma consistente com a sua consciência e crenças religiosas, e haverá uma dura penalização se o governo não respeitar essa liberdade legalmente protegida.” 

O advogado aliado da ADF, Noel Sterett, fez-se eco dos mesmos sentimentos: “Os profissionais de saúde não devem ser obrigados a violar a sua consciência para manterem os seus empregos” – disse ele. “Esperamos que o resultado deste caso encoraje outros empregadores de cuidados de saúde públicos e privados a respeitarem os direitos de consciência dos seus empregados.” 

A questão surgiu quando o novo director de saúde do condado combinou clínicas de saúde, o que significava que uma enfermeira poderia ter clientes pediátricos, clientes refugiados e também pacientes de saúde feminina. 

A Dra. Sandra Martell, Directora de Saúde Pública do condado, disse não saber que tinha violado os direitos da Enfermeira Sandra Rojas quando se ofereceu para a mudar para outro emprego, segundo a decisão de Novembro de 2021. Martell ofereceu a Rojas dois empregos que não resultariam – um como inspectora alimentar, um trabalho a tempo parcial que não utilizaria a sua formação de enfermeira. 

O outro trabalho – num lar de idosos – não teria sido legalmente possível, segundo a decisão do tribunal, porque, nesse caso, Rojas teria estado a trabalhar sob a direção do seu filho, violando, por isso, uma lei anti-nepotismo. 

Rojas disse que enquanto trabalhava como enfermeira após a fusão das clínicas evitaria as fichas de qualquer paciente que quisesse assistência com um aborto ou controlo de natalidade. A clínica do condado permaneceu ocupada e Rojas disse que nenhuma das outras enfermeiras se queixara do acordo e que este não custou dinheiro adicional. 

A advogada do condado de Winnebago, Lafakeria Vaughn, não respondeu a um pedido de comentários por e-mail, na segunda-feira.

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